Em breve fotos do Carnaval 2010...! Aguardem...!

Roda de Samba - 21/01/2008 - Pré-Carnaval!

Domingo, dia 21, a comemoração dos 6 anos do Bloco Carnavalesco Amigos da Vila Mariana continuou no Bar No Quintal. E junto à comemoração, todos puderam curtir a última roda pré-carnaval!

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Roda na Praça - 20/01/2008

Dia 20 a Roda na praça teve um clima especial. Especial porque dessa vez o Bloco Amigos da Vila Mariana comemorou seus 6 anos de fundação.

As mesas foram postas no Largo e um grupo grande de pessoas foi chegando. Nem a chuva desanimou a galera que curtia a festa!

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Toque de Letra - Paulo César Pinheiro

Na perfeição de seus versos, na profundidade de suas palavras ou na extensão de sua obra, inegavelmente identificamos o que ele mesmo definiu como o poder da criação. Compositor iluminado, com a mente e o coração sempre acesos para a criatividade, Paulo César Pinheiro escreve sua vida na história da música popular brasileira, e a engrandece. Autor de composições belíssimas, pra lá de mil, nascidas das mais diversas parcerias – Nelson Cavaquinho, Eduardo Gudin, Baden Powell, Pixinguinha, João Nogueira, entre tantos outros, Paulo César é sem dúvida dos mais frutíferos e competentes compositores/poetas de nossos tempos. Suas músicas marcam, emocionam, nos identificam e nos inspiram. O Toque de Letra pede licença para recordar e festejar, ainda que superficialmente, a obra de Paulo César Pinheiro, referência viva da música nacional. Brindemos nossos compositores, bebamos dessa fonte, cantemos suas obras e vivamos suas músicas.
por Gustavo Seraphim

Toque de Letra - Adoniran Barbosa

A espontaneidade interiorana e o sorriso fácil disfarçam a genialidade desse sambista. Simples e infinitamente criativo, ele narra em suas letras as situações típicas do povo, suas mazelas e suas alegrias, desvelando São Paulo como poucos sambistas o fizeram. Neste mês o Toque de Letra presta uma singela homenagem à Adoniran Barbosa, sem dúvida um dos maiores sambistas paulistas de todos os tempos. "Se o sinhô num tá lembrado, da licença di conta..." Obrigado Adoniran, o samba agradece.
por Gustavo Seraphim

O Samba na Academia - Roda de Samba: Espaço de Memória, Educação Não-Formal e Sociabilidade

Possuo dois objetivos com este texto: (1) apresentar os pontos que mais me chamaram a atenção em relação ao trabalho de dissertação de mestrado de Eduardo Conegundes de Souza e (2) contextualizar o Bloco Amigos da Vila Mariana em um ambiente mais amplo, aproveitando a pesquisa do autor relacionada aos núcleos G.R.T.P. Morro das Pedras e Projeto Nosso Samba. E, transcende minha obrigação parabenizar Eduardo Conegundes de Souza, do Projeto Cupinzeiro, Campinas, pelo excelente e inspirador trabalho, colocado à disposição para consulta e para a história do samba e do país a partir de 2007. Acima de tudo, trata-se de uma leitura agradável, que remonta a história do samba, sua relação com a indústria fonográfica e o surgimento e atuação de núcleos culturais como forma de resistência à inibição gerada por estas à espontaneidade do samba como forma de manifestação cultural.

Fernando Pereira

Toque de Letra - Candeia

Antonio Candeia Filho, ou só Candeia, cujo pai cantava debaixo de Amendoeiras em Oswaldo Cruz (RJ), nasceu na roda de samba e cresceu nas quadras azuis e brancas da Portela. Compositor inspirado e radical, por toda vida defendeu as tradições de sua cultura, enaltecendo o samba como a forma mais autêntica de manifestação do povo. Parabéns Candeia por sua obra e história, o samba te agradece.
por Gustavo Seraphim

Papo 10 - Só se for quando o dia clareou

31/07/2007 - por João Marcondes

O samba, desde a última década, vem passando por um momento de grande renovação. Muito do que tem ocorrido remete a um processo natural: o florescimento de uma nova geração.

A naturalidade dos acontecimentos, a proximidade, o convívio, refletem na memória um passado não muito distante. Dos batuques aos pagodes (festança popular), das rodas memoráveis ao Cacique de Ramos, da tradição das grandes escolas de samba aos baluartes que nos inspiram, restam valiosas observações.

Por que nós, sambistas, tratamos o Samba como cultura tradicional, algo de raiz, exótico, a se preservar? Do que falamos exatamente?

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