Em breve fotos do Carnaval 2010...! Aguardem...!

"a dor de qualquer partida é na chegada uma nova vida"...!

Oba oba oba!

É com muita, mas muita alegria, satisfação e prazer que agradeço a todos que participaram do Bloco Carnavalesco Amigos da Vila Mariana em 2008!

Toda essa empolgação é com 2009, que pretende ser a sequência de acontecnimentos desse ano...! Rodas de samba, desfile de carnaval, site do Bloco e muitas outras coisas que rolaram muito bem!!!

O samba nos anos 70

Apesar da censura do Estado aos meios de comunicação e às manifestações artísticas; apesar da mão forte do mercado pasteurizando a cultura popular; apesar do cenário hostil para a criatividade em geral, o samba nos anos 70 não morreu tampouco agonizou. Ao contrário, ganhou força e cresceu. Nesse período, importantes personagens imortalizaram seus nomes e marcaram a história da música popular brasileira. Donga e a Velha Guarda firmaram suas raízes; Cartola e Adoniran, com propriedade, contribuíram no fortalecimento do corpo e no desenvolvimento dos seus diversos ramos; e, do samba, frondoso e altaneiro, brotou mais samba, gerando frutos fortes, coloridos e saborosos. O rio que inundou o coração de Paulinho, o espelho que refletiu João, a luz da inspiração de Candeia. O sabiá em Clara, o canto sereno de Beth, o coração explosivo de Gonzaguinha. Diante da fartura, oferecemos aqui uma degustação efêmera do samba na década de 70. Bom apetite.
por Gustavo Seraphim

Será sempre um Ponto de Vista...!

Senhoras e senhores,

Ficou pronto esse mês o CD Ponto de Vista, do Gui do Cavaco, vulgo e assim apresentado na capa, Guilherme Lacerda!

Este CD, gravado entre São Paulo e Atlanta contou com a produção do Rafinha (Rafael Pereira), com a assistência de produção do Nando e do Gui (Fernando Pereira e Guilherme Lacerda, respectivamente), gravado nos estúdios de Ary Rolland, São Paulo (vozes, cavaco e violão) e Yellow Sub, Atlanta (percussões, sopros, coro, baixo e outros) e com mixagem e masterização de Alex Lowe, Atlanta...! Design Gráfico de Sérgio Martinho (YesEffect), São Paulo e fotos de Bruna Marcatto no No Quintal Bar (Vila Mariana), São Paulo...!

Samba lá pra cima...!

Opa, segue um texto bacana sobre um samba pra cima e que também pode ser um samba pra baixo, por questões de geografia e não de excelência no assunto...! Divirtam-se...!

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SAMBA DE MATUTO
Por Bernardo Alves

Quando havia seca no sertão, os curumbas migravam para o litoral se valendo do corte da cana ou mesmo da cambitagem. Superado o problema da estiagem, voltavam às suas terras sertanejas. Mas isso não era uma regra geral, alguns, encantados com o rico sul de Pernambuco, nele fizeram morada e constituíram famílias.

Abandonaram o gibão e já não eram mais chamados de sertanejos, mas de matutos. Havia um traço de união já formado entre as duas regiões, o samba. Esse há muito assimilado na zona da mata. Essa colônia, proveniente do sertão, se reunia para beber, comer e dançar. Dessas reuniões foram se destacando alguns sambistas e deles é que surgiram os famosos Mestres de Samba, antecessores de alguns que deixaram seu nome na história como Idelfonso, Carnaubal, Dijanira e José Rosa.

vamo que vamo e pau na máquina.........!

Opa gente, maravilha?

Como um compartilhamento público, é o seguinte: alguns sabem, o show do Gui com a gente (Nando, Magu, Dudu, Gustavo, Mundão, Arruda e eu), no Circo Voador, RJ, Velha Guarda da Portela, Alcione, Almir Guineto etc e tal foi CANCELADO!

novo fim de semana sambístico...!

Este próximo fim de semana será o novo fim de semana sambístico do Bloco Amigos da Vila Mariana! A Roda do Hostel passou para o segundo domingo do mês, dia depois da grandiosa Roda da Praça...!

Há quase um ano acontecem ótimas rodas de samba no Hostel Casa Club, uma das parcerias do Bloco, que oferece condições para a realização de animadas e internacionais rodas de samba, e que a partir desse mês será no segundo domingo do mês (9/11) a partir das 18h - após o jogo!

O samba nos anos 60

Tem casa de bamba, tem batuque na cozinha, tem Zicartola; tem os festivais de música, tem televisão e tem dinheiro (pra quê?); tem censura, tem privação da liberdade, tem ditadura; tem resistência, tem opinião; tem criatividade e tem inspiração; tem alvorada, tem a voz do morro e tem a voz da cidade; tem gente a sorrir, gente a chorar e gente que dá a volta por cima; tem pintor, arquiteto e até zoólogo; tem heróis da liberdade; tem gente da antiga, tem gente nova; tem parcerias memoráveis, tem cadência e tem músicas inesquecíveis.
E o que mais tem nos anos sessenta? Não há dúvida, tem um dos períodos mais férteis da história da música popular brasileira.
por Gustavo Seraphim

Cartola tem 100 anos, e a Mangueira...!?

Opa gente, esse mês comemoramos o centenário do Cartola. Mas e a Mangueira, quantos anos tem...!? Vejam abaixo um texto sobre esse assunto...! E divirtam-se...!

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MANGUEIRA, 80 ANOS
Por Sérgio Gramático Júnior

Fundada em 1928, a Estação Primeira de Mangueira completa 80 anos em 2008. Entre os historiadores do samba, apenas Sérgio Cabral defende a versão de que a escola teria sido fundada em 28 de abril de 1929, e não em 1928. Em seu livro As Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Lumiar, 1996), Cabral afirma ter encontrado no arquivo de Almirante os dois mais antigos documentos da Mangueira conservados, duas correspondências enviadas pela escola a Almirante, em janeiro e abril de 1939, tendo no timbre a data: "Fundado em 28 de abril de 1929".

Rodas de Samba pra quê...!?

Roda de samba é pra sambar...! As nossas, do Bloco Carnavalesco Amigos da Vila Mariana são pra tocar e beber também!

O samba nos anos 50

Reflexo das influências de ritmos e estéticas internacionais e do crescimento vertiginoso da indústria fonográfica, a década de 50 ficou conhecida por muitos como um período de decadência da música popular. A ruptura com as raízes que formavam nossa identidade musical era o principal argumento dos intelectuais conservadores que nessa época lançavam o movimento de resgate de um samba supostamente puro, mais próximo das raízes afro-baianas de tempero carioca. Purismo exacerbado que não reconhecia a música como uma expressão cultural viva e, portanto, passível de mudanças? Talvez. Fato é que o debate entre o tradicional e o moderno na cultura é amplo, controverso, se repete ao longo dos tempos, mas se faz necessário para buscarmos referências e pensarmos os rumos de nossa música. Assim, entre a tradição e a modernização, o samba respira, inspira, se renova, resiste e persiste de gerações em gerações.
por Gustavo Seraphim

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